Pro Criança Cardíaca é escolhida como a melhor ONG do Rio de Janeiro

Instituição, que completa 30 anos em 2026, também está novamente entre as 100 Melhores ONGs do Brasil

O Pro Criança Cardíaca chega aos 30 anos com uma conquista inédita: pela primeira vez, a instituição foi escolhida como Melhor ONG do Estado do Rio de Janeiro pelo Prêmio Melhores ONGs. O resultado vem acompanhado de uma marca que já faz parte da trajetória da organização: a presença entre as 100 Melhores ONGs do Brasil, agora pela sexta vez.

A presença nacional não é novidade para o Pro Criança. A instituição já integrou a lista das 100 Melhores ONGs em diferentes edições — em 2024, chegou à sua quarta seleção — e voltou a figurar a lista pela quinta vez em 2025.

A novidade de 2026 está no destaque estadual. Em três décadas de atuação, o Pro Criança se consolidou no atendimento gratuito a crianças e adolescentes com doenças cardíacas, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Criado em 2017 e organizado pela Certificadora Social, o Prêmio Melhores ONGs avalia organizações do terceiro setor a partir de critérios como gestão, governança, transparência, sustentabilidade financeira, comunicação e atuação na causa. A iniciativa tem entre seus objetivos estimular boas práticas e oferecer aos doadores referências sobre a atuação das organizações.

“Completar 30 anos e receber essa notícia torna este aniversário ainda mais especial. A conquista é resultado de uma construção coletiva, que envolve nossa equipe, médicos, voluntários, parceiros, doadores e, principalmente, as crianças e suas famílias”, declarou Dra Rosa Celia, fundadora do Pro Criança.

Para a instituição, o título estadual soma-se à trajetória construída no cenário nacional do terceiro setor. A permanência entre as 100 Melhores ONGs ao longo dos anos e, agora, a escolha como melhor organização do Rio de Janeiro colocam em evidência a assistência prestada aos pacientes e a estrutura de gestão que sustenta essa atuação.

Fundado em 1996, o projeto já alcançou 65.972 pessoas, acompanhou 16.493 pacientes, realizou 134.216 atendimentos e 2.042 procedimentos invasivos.